Mandato Participativo do Vereador Humberto Henrique

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Promessas para cooperativas já têm mais de cinco anos PDF Imprimir E-mail
Qua, 24 de Fevereiro de 2010 00:43
Melhorar a qualidade de vida, ampliar o apoio oferecido pela prefeitura, fazer um grande projeto e oferecer condições para agregar valor. Essas foram algumas das promessas feitas pelo atual prefeito de Maringá durante a campanha eleitoral de 2004 para fortalecer as cooperativas de material reciclável e a coleta seletiva. Passados mais de cinco anos, as promessas não foram cumpridas, duas cooperativas já encerraram as atividades e as demais lutam para continuar os trabalhos.

cooperativas

"Falta sensibilidade para ajudar a população mais carente, a população mais pobre"

Podem ficar tranqüilos, vocês vão ter uma qualidade de vida muito melhor”, garantiu o então candidato. A crítica feita durante o debate eleitoral tinha o objetivo de atacar a administração municipal daquela época que, além de investir na coleta seletiva, tirou os catadores do lixão e iniciou todo o processo de organização das cooperativas.

Por outro lado, diferente do prometido diante das câmeras, o atual gestor não melhorou a situação das cooperativas. No ano passado, por exemplo, o rendimento médio mensal dos cooperados chegou a despencar para R$ 195. Alguns necessitaram, inclusive, de ajuda para não passar fome. Contaram com a solidariedade de organizações ligadas à Igreja Católica que doaram cestas básicas.

Formadas, em sua maioria, por mulheres, pessoas humildes e com baixa escolaridade, as cooperativas dependem de uma assessoria técnica para ofercer orientação quanto a organização interna e expedientes burocráticos que surgem. Mas até nisso falta assistência da prefeitura. Quem tem prestado este auxílio é o núcleo da Unitrabalho na UEM, que desenvolve diversas ações sobre o mundo do trabalho e os movimentos sociais.


Ouça ou assista, na íntegra, as promessas feitas em 2004:


“Eu tenho certeza que tem condições de ajudá-los ainda mais.”
Assista ao vídeo


“Vamos incentivar as pessoas a não colocar o lixo todo junto”
Assista ao vídeo


Falta sensibilidade

Para o vereador Humberto Henrique (PT), que desde o seu primeiro mandato tem apoiado as cooperativas e exigido o compromisso da prefeitura, só falta vontade política da administração para mudar este cenário.

Além de criar a lei da coleta seletiva solidária, determinando a separação e destinação de todo o material reciclável das repartições públicas do município para as cooperativas, Henrique também é autor da lei que autoriza a prefeitura a remunerar o trabalho que estes catadores organizados realizam.

A estimativa é de que apenas R$ 15 mil por mês seria o suficiente para manter o projeto. Mas, até o momento, a prefeitura resiste em firmar o convênio. "Falta vontade política de fazer a coisa acontecer. Falta sensibilidade para ajudar a população mais carente, a população mais pobre," avalia o vereador.


Assessoria de Imprensa do Vereador Humberto Henrique



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comentários  

 
#2 26-02-2010 11:01
15 mil Reais por mês para remunerar o trabalho da coleta seletiva feita pelos cooperados... dezenas de famílias que teriam seus ganhos melhorados e suas necessidades melhor atendidas... É lamentável que para isto o SÍLVIO BARROS diz que não tem dinheiro, mas para liberar em uma tarde 100 mil Reais para o Miss Maringá (aliás alguém me explique a função desta premiação, pelo amor de Deus) aí o município tem dinheiro... ou ainda liberar dinheiro para a SRM, também de forma rápida e eficiente. SÍLVIO BARROS ainda se diz cristão, mas as suas obras não são as de um homem cristão. Poderia ler (se tiver uma Bíblia Sagrada) o Livro de Eclesiastes, que diz: "Não recuses ajudar o pobre, e não sejas insensível ao olhar dos necessitados".
Os dias desta família na política estão próximos do fim.
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#1 25-02-2010 12:03
Humberto Henrique, á época do mandado de José Cláudio, apoiamos a formação da Coopermaringá, Cocarema e Coopernorte, e também a Coopercentral.Tínhamos todo o apoio para atuar na reciclagem e em outras áreas da Economia Solidária. Esta situação mudou radicalmente para pior com o sr. Silvio Barros, que nomeou ( por força de acertos de campanha), pessoas incompetentes para acabar com as “cooperativas do PT”. È do conhecimento de todos, o “empenho” da atual administração pela implantação da Biopuster em Maringá, de um lado, e o trabalho de desmonte das cooperativas de reciclagem, por outro. Causa-me indignação o discurso do “nobre” prefeito em favor de uma melhor qualidade do trabalho dos cooperados.Isso tem nome: hipocrisia . Sabemos que há apenas o interesse eleitoreiro em favor do sr. Ricardo Barros que, esperamos, dispute uma vaga ao senado e dê início a derrocada desta família nos desmandos e no descaso da vida pública em Maringá.
Abs, Jeferson
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